quinta-feira, 11 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Tipos de Árvores
Araribá: Excelente madeira usada nas carpintarias e marcenarias. Não excede em grossura a oitenta centímetros. Vermelha e branca.
Bicuíba: Boa para obras de carpintaria, entalhador e marcenaria. Vermelho e cor de rosa.
Cacunda: Esta possui a grande vantagem de não se contrair nem se empenar, o que a torna própria para uma porção de coisas, como postigos, tabuados de navios, etc. A cor é amarela ou preta. As madeiras de cor amarela são muito estimadas em marcenaria. A cacunda não engrossa tanto como a peroba, porém atinge a mesma altura.
Canela: Distinguem-se quatro espécies: a tassinua, a preta, a amarela e a canela fétida. Servem todas para carpintaria e são muito empregadas nas diversas necessidades do estaleiro.
Cedro: Estimada pelos entalhadores e marceneiros. Vermelho, claro e pardo.
Cerejeira: Para a construção de canoas. Vermelha e branca.
Copaíba: Madeira que produz o óleo de copaíba.
Grama: Conserva-se bem na terra e serve para o fabrico de tinta preta. Encontra-se preta e avermelhada.
Grapiapunha: Madeira pesada e belíssima, semelhante à peroba. É também empregada nos navios, particularmente na quilha. Serve ainda na construção de carros, como excelentes raios de rodas. A cor desta madeira é amarela.
Graubú: Madeira de exportação. Serve para a marcenaria.
Grumarim: O mesmo que o piquiá, quanto à cor, porém mais dura.
Gurarema: As cinzas desta madeira servem para refinar o açúcar em razão da grande quantidade de potassa que encerram. Abarema, algodão, pitomba preta e amarela têm as mesmas propriedades.
Imbira: Madeira de cuja fibra se trançam cordas.
Ipê: Madeira que pode substituir o guaiaco. Usada em peças mecânicas. Vermelho, preto, cor de tabaco e cor de carne.
Jacarandá: Empregado na marcenaria, como o nosso palixandre. Variedade escuro, avermelhado e o cabiúna, superior aos outros.
Jataí: Empregada em diversos trabalhos.
Louro: Para os entalhadores e o fabrico de remos. Pardo escuro e pardo claro.
Pau-brasil: Apreciado pelas suas cores. Serve para a tinturaria.
Pau-ferro: Mesmas cores e propriedades.
Peroba vermelha: Variedade das precedentes, diferente delas, porque em vez de ser retos como as outras, os linhosos destra espécie curvam-se, crescendo. Esta propriedade faz com que sejam procuradas para certas partes da construção de navios. Em Campos, a peroba vermelha é conhecida pelo nome de sobro.
Peroba: Madeira muito estimada para a construção de navio. Preferível talvez ao pinheiro. Altura prodigiosa que vai de 30 a 40 metros, medidos do chão aos primeiros galhos. No cimo tem, como diadema, uma espécie de ramalhete. Nas matas do senhor Manuel Francisco Simões (sertão de Cacimbas), vê-se uma dessas árvores, que não tem menos de dez metros de circunferência, cuja altura está na mesma proporção. Há três espécies de perobas, que, mais ou menos, se equivalem e só se distinguem pela cor: preta, amarela, quase branca.
Pimenta: Usada na carpintaria. Quase preta e avermelhada.
Piquiá: De duas cores: amarela, que imita o buxo, e branca, que imita o marfim.
Rochina ou Gurubu: Semelhante à madeira conhecida em França pelo nome de amaranto.
Sapucaíba: Madeira de carpintaria. Dá um fruto saboroso.
Sucupira: Procurada na construção naval e para eixos de carros.
Tapinhoã: Madeira amarelada, de muito peso, apreciada na construção naval.
Tatajuba: De um lindíssimo amarelo. Dá uma tintura da mesma cor.
Vinhático: Madeira amarela muito procurada para obras de talha. Flor de algodão e cabeça de boi.
Óleo pardo: Madeira de carpintaria muito prezada em Portugal., semelhante à nogueira, porém muito mais dura.
Óleo vermelho: Linda madeira de marcenaria. Bastante dura. Preferível ao acaju. Serve também para liteira e eixos de carros. Dá uma espécie de resina, da qual se extrai excelente bálsamo para dores e feridas. Vermelho claro e vermelho escuro.
Bicuíba: Boa para obras de carpintaria, entalhador e marcenaria. Vermelho e cor de rosa.
Cacunda: Esta possui a grande vantagem de não se contrair nem se empenar, o que a torna própria para uma porção de coisas, como postigos, tabuados de navios, etc. A cor é amarela ou preta. As madeiras de cor amarela são muito estimadas em marcenaria. A cacunda não engrossa tanto como a peroba, porém atinge a mesma altura.
Canela: Distinguem-se quatro espécies: a tassinua, a preta, a amarela e a canela fétida. Servem todas para carpintaria e são muito empregadas nas diversas necessidades do estaleiro.
Cedro: Estimada pelos entalhadores e marceneiros. Vermelho, claro e pardo.
Cerejeira: Para a construção de canoas. Vermelha e branca.
Copaíba: Madeira que produz o óleo de copaíba.
Grama: Conserva-se bem na terra e serve para o fabrico de tinta preta. Encontra-se preta e avermelhada.
Grapiapunha: Madeira pesada e belíssima, semelhante à peroba. É também empregada nos navios, particularmente na quilha. Serve ainda na construção de carros, como excelentes raios de rodas. A cor desta madeira é amarela.
Graubú: Madeira de exportação. Serve para a marcenaria.
Grumarim: O mesmo que o piquiá, quanto à cor, porém mais dura.
Gurarema: As cinzas desta madeira servem para refinar o açúcar em razão da grande quantidade de potassa que encerram. Abarema, algodão, pitomba preta e amarela têm as mesmas propriedades.
Imbira: Madeira de cuja fibra se trançam cordas.
Ipê: Madeira que pode substituir o guaiaco. Usada em peças mecânicas. Vermelho, preto, cor de tabaco e cor de carne.
Jacarandá: Empregado na marcenaria, como o nosso palixandre. Variedade escuro, avermelhado e o cabiúna, superior aos outros.
Jataí: Empregada em diversos trabalhos.
Louro: Para os entalhadores e o fabrico de remos. Pardo escuro e pardo claro.
Pau-brasil: Apreciado pelas suas cores. Serve para a tinturaria.
Pau-ferro: Mesmas cores e propriedades.
Peroba vermelha: Variedade das precedentes, diferente delas, porque em vez de ser retos como as outras, os linhosos destra espécie curvam-se, crescendo. Esta propriedade faz com que sejam procuradas para certas partes da construção de navios. Em Campos, a peroba vermelha é conhecida pelo nome de sobro.
Peroba: Madeira muito estimada para a construção de navio. Preferível talvez ao pinheiro. Altura prodigiosa que vai de 30 a 40 metros, medidos do chão aos primeiros galhos. No cimo tem, como diadema, uma espécie de ramalhete. Nas matas do senhor Manuel Francisco Simões (sertão de Cacimbas), vê-se uma dessas árvores, que não tem menos de dez metros de circunferência, cuja altura está na mesma proporção. Há três espécies de perobas, que, mais ou menos, se equivalem e só se distinguem pela cor: preta, amarela, quase branca.
Pimenta: Usada na carpintaria. Quase preta e avermelhada.
Piquiá: De duas cores: amarela, que imita o buxo, e branca, que imita o marfim.
Rochina ou Gurubu: Semelhante à madeira conhecida em França pelo nome de amaranto.
Sapucaíba: Madeira de carpintaria. Dá um fruto saboroso.
Sucupira: Procurada na construção naval e para eixos de carros.
Tapinhoã: Madeira amarelada, de muito peso, apreciada na construção naval.
Tatajuba: De um lindíssimo amarelo. Dá uma tintura da mesma cor.
Vinhático: Madeira amarela muito procurada para obras de talha. Flor de algodão e cabeça de boi.
Óleo pardo: Madeira de carpintaria muito prezada em Portugal., semelhante à nogueira, porém muito mais dura.
Óleo vermelho: Linda madeira de marcenaria. Bastante dura. Preferível ao acaju. Serve também para liteira e eixos de carros. Dá uma espécie de resina, da qual se extrai excelente bálsamo para dores e feridas. Vermelho claro e vermelho escuro.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
MADEIRAS EM ALTO RIO
Uma notícia num jornal da cidade, no último dia 27 de maio me deixou pensativo. Dizia a reportagem que o IBAMA tinha aprendido uma jangada com cerca de 3.000 metros cúbicos de madeira, extraída de uma área não autorizada no estado do Amazonas. Confesso que fiquei intrigado olhando as fotos muitas e muitas vezes. Fiz uns cálculos rápidos e cheguei a um número fantástico. Se forem confirmados os números da reportagem, a jangada deveria cobrir uma área, sobre as águas de 5.000 metros quadrados. Uma área maior que um campo de futebol. Eu não vi nada disso, embora o fotógrafo tenha tirado as fotografias com a máquina perto do nível das toras para aumentar o impacto.Suponhamos que os fiscais, para aumentar a metragem, não usem a tabela Francon nem façam outro desconto que as madeireiras fazem na hora da compra. Apliquem a velha fórmula do Raio ao quadrado multiplicado por 3,1416 e pelo comprimento. Sem os descontos dos 25% de perda no esquadrejamento e considerando todas as toras sem oco.
Diz a reportagem que há entre as madeiras muitas de baixo valor comercial, mas não falam do valor comercial das madeiras mais nobres, se as há. Para quem não sabe, as toras de boa qualidade, que pesam mais que a água, tem que estar entremeadas com toras de baixa qualidade, que flutuam para que não venham a afundar. Bem amarradas, argoladas sem encostar uma em outra durante o banzeiro, porque senão a tendência é se soltarem. Por isso o cálculo. Se fossem toros de um metro de diâmetro seriam necessárias cerca de 500 delas, todas com 8 metros de comprimento. Se forem mais finas, a área sobre as águas aumenta muito.
Admitamos apenas para exercício matemático, que sejam 3.000 metros cúbicos, resultantes de aproximadamente 250 árvores adultas de madeiras diversas. A função do barco seria apenas de dar um certo rumo, em dias de navegabilidade boa, sem muito vento, deixando a movimentação da jangada por conta da corrente. Um comboio bem iluminado para impedir que outras embarcações a atropelem e se acidentem levando a jangada a pique.Continuemos com o exercício matemático: cada árvore ocupa uma área na floresta em torno de 60 metros quadrados. Assim estes 3.000 metros cúbicos representam uma área “devastada” de 15.000 metros quadras, ou, se preferirem ; 1,5 hectares. Um hectare e meio.
Antes mesmo de medir a carga os fiscais já se apressaram em apresentar multas de cerca de R$ 300.000,00 mais a apreensão da madeira que representa um valor muito menor que a multa alardeada.
Embarquemos numa mentira geral de que madeireiro devasta a floresta. Mentira porque madeireiro não devasta nada. Ele apenas escolhe as árvores adultas, que sejam comercialmente interessantes para serem serradas e transformá-las em tábuas, lambris, perna mancas caibros esteios, azimbre, lastro de cama, cadeira de restaurante ou armário de cozinha. No mais ele até ajuda o meio ambiente porque, ao tirar as árvores adultas que já deitaram semente forma uma clareira para que novas árvores possam crescer de forma mais rápida e renovar a floresta.
Acreditemos que o madeireiro não faça nada disso. Acreditemos que ele não vá escolher árvores adultas num raio de 4 ou 5 hectares e depois de 10 anos possa voltar ao mesmo local e fazer tudo de novo. Esqueçamos isso e acreditemos que devaste um hectare e meio pra formar a jangada em questão. Depois, caso o IBAMA não prenda a mercadoria, receba da indústria um pouco mais de R$ 100,00 por metro cúbico. Esta indústria processa a madeira, absorve a quebra e consegue pôr no mercado algo abaixo de 2.000 metros cúbicos de madeira beneficiada. Para chegar a isso, a indústria trabalharia, serrando 500 m3 por mês, durante meio ano, com um contingente de 25 pessoas se a maquinaria for de boa qualidade.
Sei que estou sendo lido por pessoas inteligentes que sabem onde quero chegar. Aliás, que já chegaram à minha frente. Todo o estardalhaço em torno da madeira é feita porque alguns hectares alimentam uma indústria por meio ano.
A atividade madeireira é dificultada por toda sorte de percalços onde o IBAMA é um dos “atrapalhativos” mas não é o único. Mesmo que houvesse uma tolerância maior, o número de madeireiras no Amazonas só cresceria se houvesse devastação promovida pelos pecuaristas ou agricultores. Sem isto continuaria estagnada. Por um fator muito simples: muito investimento, muita preocupação e pouco lucro.
A atividade madeireira, se considerarmos a riqueza do subsolo da Amazônia, em minerais, petróleo e gás, é tão pífia que nem entra nos cálculos dos economistas. No entanto é a mais visada pelos ambientalistas, que de seus escritórios em Londres, Nova Iorque, Amsterdã ou Oslo puxam os cordéis e manipulam os técnicos e legisladores dentro do governo brasileiro.
O tratamento dado aos madeireiros é apenas mais uma das distorções que imperam neste nosso querido país.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Madeiras do Paulo
Madeiras
IPÊ
CEDRINHO
LORO-FREJO
GOIABÃO
GARAPEIRA
ITAUBA
TAUARI
EUCALIPTO
PINUS
ENTRE OUTRAS
EM PAVERAMA
NA RUA QUATRO DE JULHO
FONE:
3761-1027OU 3761-1554
VENHA CONFERIR.
IPÊ
CEDRINHO
LORO-FREJO
GOIABÃO
GARAPEIRA
ITAUBA
TAUARI
EUCALIPTO
PINUS
ENTRE OUTRAS
EM PAVERAMA
NA RUA QUATRO DE JULHO
FONE:
3761-1027OU 3761-1554
VENHA CONFERIR.
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